Jogo de macho manual hss-e 6h m04,0 x 0,70 três peças i, ii e iii revenido - mx011-m04,0-j3 prumer
Variações disponíveis (22)
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Especificações técnicas
- Arestas de Corte
- 3
- Comprimento
- 45,0MM
- Direção de Corte
- DIREITA
- Encaixe
- 3,4MM
- Haste
- 4,5MM
- Material
- HSS-E
- Modelo
- ISO 2
- Norma
- DIN 352
- Outras Opções
- M04,0 X 0,70P (03 PEÇAS)
- Passo
- 0,70P
- Quantidade
- 3
- Rosca
- M4
- Superfície
- REVENIDA A VAPOR
- Tipo
- MÉTRICA
- Tolerância
- 6H
- Área de Corte
- 13,0MM
Análise do especialista
O MX011-M04,0-J3 é o produto de maior completude para quem rosca M4 em contextos exigentes: três machos em HSS-E M35 com revenimento a vapor oferecem o processo mais controlado e seguro para esse diâmetro. Em ferramentaria de precisão, manufatura de instrumentos e usinagem de componentes aeroespaciais, o J3 é a referência padrão precisamente porque M4 quebrado dentro de peça de valor significa retrabalho caro.
Comparado ao J2 (ref. 041537082040802), o J3 entrega mais confiança em materiais difíceis (inox, ligas de titânio, cobre) e em operações onde o furo pode não estar perfeitamente calibrado. O custo incremental de uma peça adicional do jogo é negligenciável diante do custo de rejeição ou de reparação por eletroerosão.
O encaixe de 3,4 mm e haste de 4,5 mm são idênticos ao J2 — o mesmo desandador serve sem ajuste. Para linhas de produção com processo completamente estabilizado e furos em tolerância estreita, o J2 economiza trocas de macho. Para tudo que envolva peças de alto valor, materiais difíceis ou operadores em treinamento, o J3 é a escolha profissionalmente responsável.
Parecer técnico da equipe WorldTools, elaborado a partir das especificações do produto.
Descrição do produto
- Com sede na República Tcheca, a empresa tornou-se sinônimo de qualidade. Desde os primeiros dias de sua fundação, a Prumer embarcou em uma jornada de evolução contínua. Movida pela paixão e inovação, investiu incessantemente em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia, buscando constantemente maneiras de aprimorar suas técnicas de fabricação e elevar o padrão da indústria.
- Ao longo dos seus 86 anos, a fábrica da Prumer solidificou seu lugar como um pilar da indústria europeia, construindo um legado de excelência.
- Após o turbulento e longo período da Segunda Guerra Mundial, a Prumer participou ativamente na reconstrução da indústria europeia, focando acima de tudo na qualidade de seu produtos, hoje cada ferramenta é meticulosamente fabricada com materiais de primeira linha, com destaque para o aço M35, conhecido por sua durabilidade excepcional e resistência incomparável. Todos os produtos passam por rigorosos padrões de controle de qualidade para garantir que atendam e superem as expectativas mais exigentes do mercado mundial.
• Em 2023, os diretores da World Tools, estiverm na Alemanha, buscando trazer para o Brasil, um fabricante com a qualidade, compromisso e experiência necessária, para desenvolver um projeto grandioso e ao mesmo tempo audacioso em nosso país.
• Ao visitar grandes fábricas europeias, colheram informações de desempenho de várias marcas de ferramentas germânicas, mas uma marca em especial se destacava, não pelo marketing que jamais chegara em terras tupiniquins, mas pela qualidade que com muita veemência os Alemães demonstravam. Disseram que logo ali, no país vizinho, existia uma renomada fábrica, que desenvolveu-se durante a Grande Guerra, e com a abertura do mercado eslavo, a Europa passou a ter acesso aquelas ferramentas de qualidade absoluta, e preços incríveis.
• Os diretores da World Tools, foram até a República Tcheca e durante a visita à Prumer, ficaram impressionados pela qualidade, eficiência e foco no desempenho da marca. A qualidade absoluta dos produtos Prumer e sua tradição de excelência foram comprovadas nesta visita.
• Impacto no Mercado Brasileiro:
- Com um grande contrato de exclusividade firmado entre as empresas, a chegada da Prumer ao Brasil representa um marco significativo na indústria de ferramentas do país. Sua entrada no mercado brasileiro promete elevar os padrões e proporcionar aos clientes brasileiros acesso a ferramentas de qualidade incomparável.
Dados técnicos
• Material: M35 HSS-E
- Significa "High Speed Steel Cobalt " (Aço de Alta Velocidade com Cobalto, em português).
- A letra E, informa que é um aço ferramenta com 5% de Cobalto: M35 (HSS-E 5% Co)
- Machos feitos de HSS-E são especialmente úteis em materiais de difícil usinagem ou em operações de corte de alta velocidade, onde a resistência ao desgaste é crucial para prolongar a vida útil da ferramenta.
- Excelente tenacidade: O aço M35 possui uma boa combinação de tenacidade e dureza, o que significa que ele pode suportar cargas de corte pesadas sem se deformar ou quebrar facilmente. Isso é especialmente importante em operações de usinagem de alta velocidade, onde as forças de corte podem ser extremamente altas.
- Alta resistência à temperatura: O cobalto presente na liga M35 confere uma maior estabilidade térmica à ferramenta, permitindo que ela funcione em temperaturas mais altas sem perder suas propriedades mecânicas. Isso é crucial em operações de corte de alta velocidade, onde o calor gerado durante o processo de usinagem pode ser significativo.
• Tratamento de Superfície: REVENIDO À VAPOR (OX)
- Previne a formação de arestas postiças e solda a frio: Essas arestas postiças podem causar problemas, como a geração de calor excessivo, aumento do desgaste da ferramenta e acabamento superficial ruim das peças usinadas. O revestimento revenido a vapor ajuda a minimizar a formação de arestas postiças devido à sua capacidade de reduzir o atrito entre a ferramenta e o material sendo usinado, resultando em um corte mais suave e controlado.
- Reduz o atrito pela metade se comparado a ferramenta que possui a superficie brilhante: A camada de óxido de ferro preto formada durante o processo de revenimento a vapor reduz o atrito entre a ferramenta e o material sendo usinado. Isso pode resultar em um corte mais suave, redução do desgaste da ferramenta e uma vida útil mais longa da ferramenta.
- Indicado para materiais de cavaco longo ou com tendência a grudamento: A superfície revestida ajuda a minimizar o acúmulo de material na ferramenta, reduzindo assim a tendência de grudamento dos cavacos.
• Norma: DIN 352
- Refere-se a uma norma técnica alemã que estabelece as especificações para machos manuais de roscar (também conhecidos como machos de corte manual). Esta norma define as dimensões, tolerâncias, forma e acabamento das ferramentas de corte de roscas manuais.
• Classe:
- ISO 2: O ISO (International Organization for Standardization) estabelece normas para roscas métricas, incluindo as tolerâncias dimensionais e geométricas. A classe de tolerância "ISO 2" indica uma tolerância média para a rosca, o que significa que as dimensões das roscas estarão dentro de uma faixa de tolerância especificada.
- Para a classe de tolerância ISO 2, as tolerâncias são definidas de acordo com a norma ISO 965.
• 6H:
- É uma designação específica para a tolerância da rosca métrica interna, O número "6" indica a faixa de tolerância, enquanto "H" indica que se trata de uma rosca interna.
Tabela de medidas

- Rosca (M).: M04,0
- Passo (P).: 0,7mm
- Diâmetro do furo a ser efetuada a rosca.: Ø 3,3mm
- Comprimento Total (A).: 45mm
- Área de corte (B).: 13mm
- Diâmetro da haste (Ø).: 4,5mm
- Encaixe quadrado.: 3,4mm
Avaliações do produto
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Perguntas e Respostas
4 perguntas respondidas
- P
A norma DIN 352 que rege o MX011-M04,0-J3 difere da DIN 2181 dos machos MB101 desta linha — o que isso implica na geometria e uso?
Perguntado por Equipe WorldTools em 12/06/2026
Resposta da loja12/06/2026DIN 352 define machos manuais de rosca métrica padrão (passo grosso e passo fino para diâmetros menores), enquanto DIN 2181 é específica para roscas métricas finas MF em diâmetros maiores. Na prática, ambas especificam tolerâncias e geometrias para rosqueamento manual conforme ISO 965, mas os perfis de chanfro e a relação de comprimento diferem ligeiramente entre normas. O usuário final não precisa escolher pela norma — o critério é diâmetro, passo e material da peça, que definem o produto correto.
- P
Com comprimento total de 45 mm e área de corte de 13 mm para o terceiro macho, qual a profundidade de rosca plena máxima que posso atingir em furo cego de 20 mm?
Perguntado por Equipe WorldTools em 12/06/2026
Resposta da loja12/06/2026Em furo cego de 20 mm, com área de corte de 13 mm para o terceiro macho, a rosca plena começa após os 13 mm de chanfro de entrada. Sobram 20 − 13 = 7 mm de profundidade para rosca plena. Adicionando folga de 2–3 mm para cavacos no fundo, o comprimento de rosca plena confiável em furo de 20 mm é de aproximadamente 4–5 mm. Para engajamento maior, o furo precisa ser mais profundo.
- P
O HSS-E M35 com revenimento a vapor deste J3 é adequado para rosca M4x0,70 em cobre eletrolítico?
Perguntado por Equipe WorldTools em 12/06/2026
Resposta da loja12/06/2026Sim. O cobre eletrolítico é macio mas com alta tendência a soldar a frio (galling) no gume do macho — o revenimento a vapor reduz essa aderência por melhorar a lubrificação e criar uma barreira superficial. O HSS-E não é estritamente necessário para o cobre quanto à dureza, mas o revenimento a vapor faz diferença real. Use lubrificante específico para cobre (óleo de corte com enxofre ou parafina sólida) para complementar a proteção.
- P
O MX011-M04,0-J3 com três peças (I, II e III) custa mais que o J2 (ref. 041537082040802) com duas — qual o benefício concreto do primeiro macho em M4x0,70 em termos de risco de quebra?
Perguntado por Equipe WorldTools em 12/06/2026
Resposta da loja12/06/2026O primeiro macho (chanfro longo) guia a entrada do processo e retira uma fração mínima de material por filete, mantendo o torque sobre o macho dentro de limites seguros. Em M4, o torque de quebra é baixo — cerca de 0,3–0,5 N·m dependendo do material — e qualquer desalinhamento ou entrada forçada com o segundo macho diretamente pode exceder esse limite. O J3 permite que o primeiro macho corrija imperfeições de entrada e distribua o esforço, reduzindo significativamente a taxa de quebra em M4.
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