VDI Lateral - Radial Esquerdo
Porta-ferramenta VDI lateral radial esquerdo: torneamento interno e externo sentido oposto, aço tratado, rigidez máxima.
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Vdi 30 lateral radial esquerdo h1 20mm - vdi30-lre-h120 world tools
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Vdi 40 lateral radial esquerdo invertido h1 25mm - vdi40-lrei-h125 world tools
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Vdi 40 lateral radial esquerdo h1 25mm - vdi40-lre-h125 world tools
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Vdi 30 lateral radial esquerdo invertido h1 20mm - vdi30-lrei-h120 world tools
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Vdi 50 lateral radial esquerdo invertido h1 32mm - vdi50-lrei-h132 world tools
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Vdi 50 lateral radial esquerdo h1 32mm - vdi50-lre-h132 world tools
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Porta-ferramenta VDI lateral com orientação radial esquerdo desenvolvido para fixação direta em torres VDI de tornos CNC, permitindo executar operações radiais de torneamento onde ferramenta ataca peça perpendicularmente ao eixo com orientação oposta ao modelo direito. Configuração "radial esquerdo" é essencial para: torneamento interno (mandrilamento, alargamento de furos, perfis internos), torneamento externo avançando da esquerda para direita (sentido oposto ao padrão), e operações específicas que requerem aproximação pelo lado esquerdo. Construção robusta em aço tratado termicamente proporcionando rigidez necessária para operações de precisão.
Diferença direito vs. esquerdo: orientação "esquerdo" posiciona aresta de corte e direção de avanço de forma espelhada ao modelo direito. Enquanto radial direito típico avança da direita para esquerda (do cabeçote para fora), radial esquerdo avança da esquerda para direita (de fora para dentro) ou é posicionado para torneamento interno. Esta flexibilidade permite: cobrir todas operações necessárias, otimizar sequências de usinagem, e evitar limitações de orientação única.
Aplicações em torneamento interno: mandrilamento de furos (aumentar diâmetro de furos existentes), torneamento interno de perfis (ranhuras internas, rebaixos, roscas internas), alargamento de precisão interno, acabamento de furos após furação, sangramento interno (canais e ranhuras), e torneamento de cones internos. Porta-ferramenta esquerdo é configurado geometricamente para permitir ferramenta trabalhar dentro de furos.
Aplicações em torneamento externo: operações que beneficiam de aproximação da esquerda para direita, como: faceamento de superfícies próximas à placa (avançar de fora para dentro), torneamento de peças com geometrias que bloqueiam acesso pelo direito, operações em segunda operação (peça invertida na placa), e balanceamento de forças em cortes simultâneos (duas ferramentas trabalhando opostamente).
Construção para rigidez: corpo em aço liga tratado termicamente (42CrMo4 ou similar) suportando forças de corte sem deflexão crítica, seções transversais adequadas proporcionando rigidez torcional, nervuras de reforço se presentes (especialmente importante em porta-ferramentas para interno onde balanço é maior), interface VDI padronizada (VDI 20, 30, 40, 50, 60), e massa que absorve vibrações mantendo estabilidade em corte.
Desafios do torneamento interno: balanço aumentado (ferramenta projeta para dentro do furo aumentando momento de flexão), rigidez reduzida (seção transversal limitada pelo diâmetro do furo), evacuação de cavacos mais difícil (cavacos tendem a acumular), refrigeração mais desafiadora (acesso limitado à zona de corte), e vibração mais propensa (combinação de balanço e rigidez reduzida). Projeto do porta-ferramenta deve minimizar estas limitações.
Sistema de fixação do bedame: para torneamento interno - bedames específicos com haste reduzida encaixando em furos, pastilhas intercambiáveis ISO (típico CCMT, DCMT, TCMT para interno), fixação através de parafuso ou cunha, geometria que permite acesso em furos. Para torneamento externo esquerdo - sistema similar ao radial direito mas com orientação espelhada, pastilhas padrão (CNMG, DNMG, TNMG, WNMG).
Limitações de diâmetro interno: diâmetro mínimo usinável depende de: tamanho do porta-ferramenta VDI (VDI maiores requerem furos maiores), dimensões do bedame (largura da haste), necessidade de folga para cavacos e refrigeração, e relação L/D (comprimento de balanço / diâmetro do furo) - quanto maior esta relação, maior tendência a vibração. Típico: D mínimo = 20-25mm para VDI 30, 30-40mm para VDI 40.
Geometria para torneamento interno: ângulos de corte são críticos em espaço confinado - ângulo de posição típico 90° ou 95° (permite usinar fundo de furos cegos), ângulo de folga adequado (evitar atrito com parede do furo), ângulo de saída geralmente positivo (reduz forças de corte importantes em situação de rigidez limitada), e raio de ponta pequeno a médio (0,4-0,8mm típico para interno).
Evacuação de cavacos interna: crítico para qualidade e segurança - cavacos devem ser quebrados adequadamente (geometria da pastilha com quebra-cavacos), refrigeração abundante ajuda evacuação (sistemas com through-coolant são vantajosos), e em casos extremos interrupção periódica para limpeza manual pode ser necessária (especialmente em furos profundos ou cegos).
Refrigeração em torneamento interno: acesso limitado dificulta aplicação de fluido de corte - sistemas com refrigeração interna (through-coolant) direcionando fluido através do porta-ferramenta diretamente à zona de corte são muito vantajosos, mangueiras flexíveis direcionadas manualmente são segunda opção, e alguns casos operam praticamente a seco (pastilhas com coating apropriado).
Instalação e ajustes: posicionar porta-ferramenta no slot apropriado da torre (verificar orientação esquerda é compatível), apertar parafusos de fixação com torque especificado, instalar bedame apropriado (interno ou externo conforme aplicação), ajustar altura da ferramenta ao centro da peça através de calços se necessário, medir offsets X e Z através de touch-off, e executar ar cut (movimento sem corte) verificando que ferramenta não colide com componentes ou peça.
Programação considerando orientação esquerda: lógica de programação deve considerar orientação - direções de avanço são opostas ao radial direito, sentido de rosqueamento pode ser diferente (rosca direita vs. esquerda), ciclos de desbaste (G71, G72) podem requerer parâmetros invertidos, e simulação é crítica para verificar movimentos estão corretos evitando colisões.
Parâmetros de corte conservadores: especialmente em torneamento interno devido a rigidez limitada - velocidade de corte típico 20-30% menor que externo equivalente, avanço reduzido (0,05-0,15 mm/rot típico), profundidade de corte limitada (0,5-2,0mm típico), e múltiplos passes preferíveis a um passe pesado (minimiza deflexão e vibração).
Manutenção específica: limpeza mais frequente (cavacos de operações internas tendem a acumular no porta-ferramenta), inspeção cuidadosa de desgaste (condições mais severas em interno aceleram desgaste), verificação de perpendicularidade e alinhamento (críticos para furos de qualidade), e substituição preventiva de bedames desgastados (desgaste causa aumento de diâmetro indesejado em furos).
Quando porta-ferramenta radial esquerdo é essencial: tornos que executam operações internas (furos, perfis internos, roscas internas) requerem obrigatoriamente porta-ferramenta com orientação esquerda, geometrias complexas onde aproximação pelo direito causaria colisões, segunda operação com peça invertida, e otimização de ciclo onde trabalhar com duas ferramentas simultaneamente (direita + esquerda) reduz tempo.
Complementaridade na torre: combinar direito + esquerdo proporciona cobertura completa de operações radiais, flexibilidade máxima de programação, redução de tempo de ciclo através de operações simultâneas quando possível (máquinas com capacidade), e eliminação de limitações geométricas onde orientação única não alcança todas características da peça.
Verificação de qualidade em interno: medição de diâmetros internos com micrômetro interno ou alésômetro (verificar tolerâncias IT7-IT9 típicas), cilindricidade com calibre ou MMC (máquina de medir por coordenadas), acabamento superficial com rugosímetro (Ra 1,6-3,2 μm típico em interno), e perpendicularidade de faces internas com relógio comparador ou projetor de perfil.
Na World Tools: porta-ferramentas VDI lateral radial esquerdo em aço liga tratado termicamente proporcionando rigidez máxima mesmo com balanços aumentados em torneamento interno, interface VDI padronizada em tamanhos VDI 20, 30, 40, 50, 60 garantindo intercambiabilidade, sistema de fixação de bedames internos e externos com pastilhas intercambiáveis ISO (CCMT, DCMT, TCMT para interno / CNMG, DNMG, TNMG para externo), construção otimizada minimizando deflexão e vibração, geometria apropriada para ângulos de corte corretos, modelos com refrigeração interna (through-coolant) para torneamento interno profissional, e acabamento de qualidade para longa vida útil. Solução essencial para torneamento interno (mandrilamento, perfis internos, roscas), torneamento externo sentido oposto, e operações que requerem aproximação pela esquerda em tornos CNC com torre VDI, proporcionando rigidez, precisão e versatilidade necessárias para completar peças complexas em única fixação com máxima qualidade e produtividade.
Diferença direito vs. esquerdo: orientação "esquerdo" posiciona aresta de corte e direção de avanço de forma espelhada ao modelo direito. Enquanto radial direito típico avança da direita para esquerda (do cabeçote para fora), radial esquerdo avança da esquerda para direita (de fora para dentro) ou é posicionado para torneamento interno. Esta flexibilidade permite: cobrir todas operações necessárias, otimizar sequências de usinagem, e evitar limitações de orientação única.
Aplicações em torneamento interno: mandrilamento de furos (aumentar diâmetro de furos existentes), torneamento interno de perfis (ranhuras internas, rebaixos, roscas internas), alargamento de precisão interno, acabamento de furos após furação, sangramento interno (canais e ranhuras), e torneamento de cones internos. Porta-ferramenta esquerdo é configurado geometricamente para permitir ferramenta trabalhar dentro de furos.
Aplicações em torneamento externo: operações que beneficiam de aproximação da esquerda para direita, como: faceamento de superfícies próximas à placa (avançar de fora para dentro), torneamento de peças com geometrias que bloqueiam acesso pelo direito, operações em segunda operação (peça invertida na placa), e balanceamento de forças em cortes simultâneos (duas ferramentas trabalhando opostamente).
Construção para rigidez: corpo em aço liga tratado termicamente (42CrMo4 ou similar) suportando forças de corte sem deflexão crítica, seções transversais adequadas proporcionando rigidez torcional, nervuras de reforço se presentes (especialmente importante em porta-ferramentas para interno onde balanço é maior), interface VDI padronizada (VDI 20, 30, 40, 50, 60), e massa que absorve vibrações mantendo estabilidade em corte.
Desafios do torneamento interno: balanço aumentado (ferramenta projeta para dentro do furo aumentando momento de flexão), rigidez reduzida (seção transversal limitada pelo diâmetro do furo), evacuação de cavacos mais difícil (cavacos tendem a acumular), refrigeração mais desafiadora (acesso limitado à zona de corte), e vibração mais propensa (combinação de balanço e rigidez reduzida). Projeto do porta-ferramenta deve minimizar estas limitações.
Sistema de fixação do bedame: para torneamento interno - bedames específicos com haste reduzida encaixando em furos, pastilhas intercambiáveis ISO (típico CCMT, DCMT, TCMT para interno), fixação através de parafuso ou cunha, geometria que permite acesso em furos. Para torneamento externo esquerdo - sistema similar ao radial direito mas com orientação espelhada, pastilhas padrão (CNMG, DNMG, TNMG, WNMG).
Limitações de diâmetro interno: diâmetro mínimo usinável depende de: tamanho do porta-ferramenta VDI (VDI maiores requerem furos maiores), dimensões do bedame (largura da haste), necessidade de folga para cavacos e refrigeração, e relação L/D (comprimento de balanço / diâmetro do furo) - quanto maior esta relação, maior tendência a vibração. Típico: D mínimo = 20-25mm para VDI 30, 30-40mm para VDI 40.
Geometria para torneamento interno: ângulos de corte são críticos em espaço confinado - ângulo de posição típico 90° ou 95° (permite usinar fundo de furos cegos), ângulo de folga adequado (evitar atrito com parede do furo), ângulo de saída geralmente positivo (reduz forças de corte importantes em situação de rigidez limitada), e raio de ponta pequeno a médio (0,4-0,8mm típico para interno).
Evacuação de cavacos interna: crítico para qualidade e segurança - cavacos devem ser quebrados adequadamente (geometria da pastilha com quebra-cavacos), refrigeração abundante ajuda evacuação (sistemas com through-coolant são vantajosos), e em casos extremos interrupção periódica para limpeza manual pode ser necessária (especialmente em furos profundos ou cegos).
Refrigeração em torneamento interno: acesso limitado dificulta aplicação de fluido de corte - sistemas com refrigeração interna (through-coolant) direcionando fluido através do porta-ferramenta diretamente à zona de corte são muito vantajosos, mangueiras flexíveis direcionadas manualmente são segunda opção, e alguns casos operam praticamente a seco (pastilhas com coating apropriado).
Instalação e ajustes: posicionar porta-ferramenta no slot apropriado da torre (verificar orientação esquerda é compatível), apertar parafusos de fixação com torque especificado, instalar bedame apropriado (interno ou externo conforme aplicação), ajustar altura da ferramenta ao centro da peça através de calços se necessário, medir offsets X e Z através de touch-off, e executar ar cut (movimento sem corte) verificando que ferramenta não colide com componentes ou peça.
Programação considerando orientação esquerda: lógica de programação deve considerar orientação - direções de avanço são opostas ao radial direito, sentido de rosqueamento pode ser diferente (rosca direita vs. esquerda), ciclos de desbaste (G71, G72) podem requerer parâmetros invertidos, e simulação é crítica para verificar movimentos estão corretos evitando colisões.
Parâmetros de corte conservadores: especialmente em torneamento interno devido a rigidez limitada - velocidade de corte típico 20-30% menor que externo equivalente, avanço reduzido (0,05-0,15 mm/rot típico), profundidade de corte limitada (0,5-2,0mm típico), e múltiplos passes preferíveis a um passe pesado (minimiza deflexão e vibração).
Manutenção específica: limpeza mais frequente (cavacos de operações internas tendem a acumular no porta-ferramenta), inspeção cuidadosa de desgaste (condições mais severas em interno aceleram desgaste), verificação de perpendicularidade e alinhamento (críticos para furos de qualidade), e substituição preventiva de bedames desgastados (desgaste causa aumento de diâmetro indesejado em furos).
Quando porta-ferramenta radial esquerdo é essencial: tornos que executam operações internas (furos, perfis internos, roscas internas) requerem obrigatoriamente porta-ferramenta com orientação esquerda, geometrias complexas onde aproximação pelo direito causaria colisões, segunda operação com peça invertida, e otimização de ciclo onde trabalhar com duas ferramentas simultaneamente (direita + esquerda) reduz tempo.
Complementaridade na torre: combinar direito + esquerdo proporciona cobertura completa de operações radiais, flexibilidade máxima de programação, redução de tempo de ciclo através de operações simultâneas quando possível (máquinas com capacidade), e eliminação de limitações geométricas onde orientação única não alcança todas características da peça.
Verificação de qualidade em interno: medição de diâmetros internos com micrômetro interno ou alésômetro (verificar tolerâncias IT7-IT9 típicas), cilindricidade com calibre ou MMC (máquina de medir por coordenadas), acabamento superficial com rugosímetro (Ra 1,6-3,2 μm típico em interno), e perpendicularidade de faces internas com relógio comparador ou projetor de perfil.
Na World Tools: porta-ferramentas VDI lateral radial esquerdo em aço liga tratado termicamente proporcionando rigidez máxima mesmo com balanços aumentados em torneamento interno, interface VDI padronizada em tamanhos VDI 20, 30, 40, 50, 60 garantindo intercambiabilidade, sistema de fixação de bedames internos e externos com pastilhas intercambiáveis ISO (CCMT, DCMT, TCMT para interno / CNMG, DNMG, TNMG para externo), construção otimizada minimizando deflexão e vibração, geometria apropriada para ângulos de corte corretos, modelos com refrigeração interna (through-coolant) para torneamento interno profissional, e acabamento de qualidade para longa vida útil. Solução essencial para torneamento interno (mandrilamento, perfis internos, roscas), torneamento externo sentido oposto, e operações que requerem aproximação pela esquerda em tornos CNC com torre VDI, proporcionando rigidez, precisão e versatilidade necessárias para completar peças complexas em única fixação com máxima qualidade e produtividade.