Nossa História

De uma sala alugada de 45 m² em Joinville, em 2010, à maior estrutura de ferramentas industriais do Sul do Brasil — com marcas exclusivas garimpadas nos quatro cantos do mundo, tecnologia desenvolvida em casa e os maiores palcos do setor na América Latina. Esta é a trajetória da World Tools, ano a ano, com os registros originais de cada época.

15+anos de estrada
6marcas exclusivas no Brasil
+2.350 m²de estrutura própria
30 mil+clientes em todo o Brasil
Novembro de 2010

Uma sala de 45 m² e dois sócios

Tudo começa numa sala alugada de 45 m² na rua Tuiuti, em Joinville (SC). Os dois sócios fundadores — o CEO com aptidão técnica voltada à tecnologia, o CFO com vocação comercial, ambos com oito anos de mercado na bagagem — montam a empresa do zero: fornecedores, o site e até a mobília, garimpada parte em loja de usados, parte em papelaria de bairro.

Fachada do prédio na rua Tuiuti, em Joinville, onde a World Tools começou em uma sala de 45 metros quadrados
4 de janeiro de 2011

A operação começa — com gestão antes do lucro

No primeiro dia útil do ano, a World Tools abre oficialmente as portas. Quase todo o recurso disponível tinha ido para a licença de um ERP — a convicção, desde o início, era nascer com organização e gestão de gente grande. Deu certo: já no primeiro mês a empresa vendia para clientes do Brasil inteiro. Carteira enxuta, mas promissora.

Placa da World Tools na fachada da primeira sede, na rua Tuiuti em Joinville
2011

Dry Cut: a exclusividade para não ser “mais um”

No primeiro ano, a World Tools costurou parcerias pelo Brasil inteiro como distribuidora de grandes marcas — mas sabia, desde o início, que precisava de algo que ninguém mais tivesse. O poder de investimento era baixo; o projeto, grande. Foi assim que o CEO negociou com uma gigante americana de ferramentas, um dos maiores fabricantes de metal duro Made in USA, e fechou a distribuição exclusiva da Dry Cut no país: fresas, brocas, limas rotativas e muito mais, em metal duro de alta performance, com os principais produtos fabricados nos Estados Unidos. A exclusividade segue de pé até hoje — e a Dry Cut, como uma das principais linhas da casa.

Fresas, brocas e limas rotativas de metal duro Dry Cut sobre a bancada, com a bandeira dos Estados Unidos ao fundo
Início de 2012

O primeiro e-commerce do setor no Brasil

Da amizade com um cliente — um exímio programador que comprava ferramentas para a própria produção e se tornaria um grande amigo — nasce, junto com o CEO, um projeto revolucionário para a época: um ERP integrado a um e-commerce, desenvolvido do zero, com programação própria. O site se tornou o primeiro e-commerce do setor metalmecânico no Brasil dedicado a ferramentas industriais — e quebrou o maior paradigma do mercado: abrir os preços para quem quisesse ver. Hoje é banal; em 2012, foi pura audácia.

Primeiro e-commerce da World Tools, em 2012, exibido em desktop, notebook, tablet e celular com preços abertos
Março de 2012

A primeira feira

Com pouco mais de um ano de operação, a empresa monta seu primeiro estande: 16 m² na FMU — Feira de Ferramentaria, Modelação e Usinagem, no Megacentro Wittich Freitag (Expoville). A estreia que deu gosto pela coisa.

Primeiro estande da World Tools, na FMU 2012 em Joinville

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2012

A sala vira três

O crescimento cobra espaço: a World Tools aluga a sala ao lado e depois a de cima, chegando a quase 100 m² no mesmo endereço da rua Tuiuti. Em dois anos, a área mais que dobrou — um ensaio do que viria.

Prédio da rua Tuiuti com a World Tools ocupando três salas, somando quase 100 metros quadrados
Setembro de 2012

Mawbra: missão Taiwan

O primeiro ano de fresas americanas voando das prateleiras revelou um segundo campeão: os acessórios para máquinas. A referência mundial de qualidade era a Vertex — que, azar o nosso, já tinha distribuidor homologado no Brasil. Restavam duas opções: aceitar ser mais um… ou ir até onde nascem as melhores morsas do planeta. Em setembro de 2012, o CEO embarcou rumo a Taiwan, o coração da manufatura de precisão mundial, e passou quase 20 dias cruzando as principais cidades fabris da ilha — fábrica por fábrica — atrás de duas coisas que raramente andam juntas: qualidade inquestionável e o preço mais competitivo que jamais pisara em terras tupiniquins.

Foi numa dessas visitas que veio a descoberta que pagou a viagem inteira: a Mawbra, fabricante taiwanesa, era quem produzia as morsas da própria Vertex. Ou seja: a qualidade que procurávamos não estava na etiqueta — estava na fábrica. Projeto na mesa, tecnologia apresentada, aperto de mãos: exclusividade Mawbra para o Brasil, direto da fonte. De lá pra cá, virou a principal marca da World Tools: precisão taiwanesa, tecnologia de ponta e preço justo para o mercado brasileiro.

Morsa de precisão Mawbra azul fixada na mesa de um centro de usinagem CNC
2013

Estreia na Intermach

A World Tools chega à maior feira metalmecânica do Sul do Brasil com um estande de 25 m² — o começo de uma relação que dura até hoje com a Expoville.

Setembro de 2015

O estande dobra de tamanho

Na segunda Intermach, 50 m² de esquina — o dobro da edição anterior — com direito a visita dos jogadores do JEC, então na Série A. O crescimento da empresa, visível em metros quadrados.

Estande da World Tools movimentado na Intermach 2015

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Abril de 2016

Da Tuiuti para o coração de Joinville

A Tuiuti, no bairro Iririú, tinha sido excelente até ali — mas ficou pequena para a demanda que só crescia. Em 1º de abril de 2016, a World Tools se muda para a Rua João Colin, na região central, alugando duas salas comerciais num ponto que a cidade já conhecia como reduto de empresas de ferramentas. A lição da mudança: para crescer não basta produto e competência — tem que ser visto.

Fachada das duas salas comerciais da World Tools na Rua João Colin, região central de Joinville
2017

Daigo: o salto gigantesco na linha

Em 2017 o portfólio dá o maior salto da sua história até ali: entra a Daigo. A marca é fruto das viagens que o CEO faz à China a cada dois anos — rotina de quem trata fornecedor como relação, não como catálogo — e de muita pesquisa de mercado até fechar a equação certa: produtos de altíssima qualidade fabricados na China, em grande volume e com preços realmente diferenciados. De uma só vez, a World Tools somou uma família inteira de acessórios de precisão ao catálogo — e o cliente brasileiro ganhou qualidade de gente grande com preço que faz a conta fechar.

Kit de fixação, morsas de precisão e cabeçote de mandrilar Daigo sobre a bancada
2018

Três salas, 150 m²

A expansão foi rápida: menos de dois anos depois da mudança, a terceira sala — uma ao lado da outra, no mesmo ponto da João Colin — elevou a operação a 150 m². Parece pouco? Naquele momento, era muita coisa.

Prédio da Rua João Colin com as três salas comerciais da World Tools, somando 150 metros quadrados
2019

O galpão de 750 m² — a sede atual

O sucesso do e-commerce foi tanto que os 150 m² da João Colin ficaram pequenos em pouco tempo. A resposta precisou ser à altura: um galpão de 750 m² na Rua Desembargador Guilherme Abry, 667 — cinco vezes o espaço anterior, perto de onde já estávamos. Reforma, organização, investimento pesado: a World Tools a todo vapor, na casa onde está até hoje.

Galpão de 750 metros quadrados da World Tools na Rua Desembargador Guilherme Abry, 667, sede atual da empresa
Março de 2020

O mundo trava — e a World Tools decide crescer

A pandemia parou o planeta: ordem de fechar, rua vazia, trabalho suspenso. Dentro da World Tools, a leitura foi outra — o momento era duro, mas seria vencido com dedicação e esforço. Nenhum colaborador foi desligado. E a empresa foi além: na contramão do medo, aumentou o investimento em linha de produto, certa de que, quando o mercado voltasse, voltaria com sede de estoque. Deu certo. Num ano em que o mundo encolheu, a World Tools cresceu 6% — perto dos 60% ao ano de hoje parece pouco, mas em 2020 crescer qualquer ponto era extraordinário.

Equipe da World Tools trabalhando de máscara no escritório durante a pandemia, em 2020, com divisórias entre as mesas
2021

Raikon: a linha de medição com a nossa cara

Medição nunca foi território novo para a casa: os sócios ajudaram a trazer a Pantec em 2003 e a Insize em 2006 para Santa Catarina, e acompanharam essas marcas até meados de 2020. Mas em 2021 a vontade era outra — ter uma linha exclusiva, com a nossa cara e o nosso jeito: o melhor instrumento pelo menor preço, venda por volume e atendimento para o Brasil inteiro. Só faltava encontrá-la.

E não foi fácil. A busca correu o mundo — Itália, Alemanha, China, Taiwan — atrás de algo raro: linha completa e preço competitivo na mesma caixa. Quase uma utopia. Até que, no fim de 2021, começamos a conversar com a Raikon, um grande case de instrumentos do mercado chinês. Veio teste, negociação dura e homologação — tudo em 2021 — até fechar a exclusividade para o Brasil. As operações com a marca começariam em meados de 2023, mas a aposta nasceu ali: paquímetros, micrômetros, relógios comparadores e traçadores de altura com precisão de gente grande e o preço que o cliente brasileiro merecia.

Paquímetro digital, micrômetro, relógios comparadores e traçador de altura Raikon expostos sobre a bancada
2022

A aposta da pandemia vira vantagem

Veio a ressaca: inflação alta e câmbio sem rumo apertaram o mercado inteiro. A World Tools atravessou 2022 colhendo o que plantou no auge da crise — linha maior, estoque amplo e um e-commerce consolidado — e entregou aos clientes agilidade, eficiência e o preço mais competitivo do Brasil. A decisão de investir quando todo mundo freava virou exatamente o que o cliente mais precisava na retomada: pronta-entrega e preço justo.

Estoque da World Tools em 2022, com porta-pallets carregados de caixas até o teto e empilhadeira no corredor do galpão
Julho de 2023

Dez anos de Intermach em uma foto

Grande parte da equipe, de uniforme, perfilada no estande 114: o retrato de uma década de feiras e de uma World Tools que não parou de crescer. Foi a primeira feira após a pandemia — e o reencontro com o público confirmou que a marca tinha saído dela ainda mais forte.

Grande parte da equipe da World Tools perfilada em frente ao estande 114 na Intermach 2023

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Setembro de 2023

Průměr: a joia tcheca que os alemães entregaram

Para um projeto grandioso — e ousado —, os sócios foram à Alemanha em setembro de 2023 atrás de um fabricante com qualidade, compromisso e experiência de sobra. Visitando grandes fábricas europeias e cruzando dados de desempenho das marcas germânicas, uma se destacava — não pelo marketing, que nunca chegou ao Brasil, mas pela qualidade que os próprios alemães faziam questão de atestar. E foram eles que apontaram o caminho: ali do lado, no país vizinho, havia uma fábrica renomada, forjada durante a Grande Guerra — e, com a abertura do mercado eslavo, a Europa passou a ter acesso àquelas ferramentas de qualidade absoluta a preços incríveis.

Os diretores cruzaram a fronteira até a República Tcheca. Na visita à Průměr, a impressão foi imediata: qualidade, eficiência e uma obsessão por desempenho que se confirmava peça a peça. Selada a exclusividade para o Brasil, a chegada da Průměr eleva o padrão do mercado nacional de ferramentas.

A régua era alta de propósito: a World Tools distribui a Dormer desde 2014 — produto excelente e consolidado, quase dez anos de uma parceria que não se troca por qualquer coisa. Justamente por isso, só entraria algo realmente à altura. Os testes em machos e brocas foram tão promissores que selaram o acordo — e um deles, lado a lado em máquina, contou a história inteira.

Veja o comparativo que selou a parceriaBrocas e machos de aço rápido Průměr expostos sobre a bancada
Outubro de 2023

Sansui: 42 mil km atrás do inserto perfeito

Faltava uma peça no quebra-cabeça: o inserto. A World Tools tinha sido distribuidora de grandes marcas europeias por anos — mas, para o volume que a empresa já movimentava, ser apenas a subsidiária brasileira de outra marca não cabia mais. A política era clara: exclusividade, qualidade e preço acessível, da fábrica ao consumidor. A Europa foi a primeira parada, um mês antes — e não sobrou nenhum fabricante de inserto que já não estivesse no Brasil. Restava o caminho mais longo.

Em outubro de 2023, na viagem bienal à China, os dois sócios saíram para visitar quantas fábricas fossem necessárias — e foram muitas. Mais de 42 mil km entre voos e trem-bala cruzando o país, fábrica por fábrica, com a qualidade como inegociável. Uma chamou a atenção: não a maior da China, mas a mais promissora — parque fabril completo, todo o processo internalizado, da prensa à cobertura, com análise de qualidade e parâmetros rigorosos. O sinal mais revelador foi o mais inesperado: era a única fábrica a exigir dos visitantes proteção para pés e cabelo, máscara e luvas para não contaminar o ambiente. Pareceu exagero — era padrão. E padrão foi exatamente o que viemos buscar.

Apresentamos o projeto, os números, e abrimos a bagagem: trouxemos unidades para teste em máquina. Aí veio a surpresa que mudou tudo. Lado a lado, em parâmetros de corte, o inserto empatava ou superava em rendimento marcas renomadas de Israel, EUA, Japão, Alemanha e Coreia do Sul — uma a uma. E o preço, da fábrica ao consumidor, foi algo jamais visto no Brasil: 1/4, às vezes 1/5 do que se pagava pelas tradicionais. Trouxemos a Sansui com exclusividade para o país — e hoje ela cresce de forma avassaladora. Quem conhece, quem aplica, quem orça: se surpreende e troca para Sansui na hora.

Insertos, fresas de topo e brocas de metal duro Sansui expostos sobre a bancada
2024

Uma fachada à altura da trajetória

Por dentro, o galpão dava conta do recado havia anos. Por fora, não contava a história que o e-commerce e a trajetória já contavam. Em 2024, o investimento foi em comunicação visual: a fachada ganhou o grafite e o azul da marca, a marquise com as marcas do portfólio — a mesma identidade dos nossos estandes de feira — e o worldtools.com.br estampado na parede. A sede, enfim, com a cara da empresa — e a casa nova rendeu vídeo de apresentação. Aperte o play.

Nova fachada da sede da World Tools em 2024, com painéis grafite, marquise azul com as marcas do portfólio e o endereço worldtools.com.br na parede
O vídeo de apresentação da casa nova.
Maio de 2025

A primeira vez fora de Santa Catarina

Estande F064 na Expomafe, em São Paulo: 25 m² diante do público do Brasil inteiro — e, na TV do estande, o e-commerce com centro de distribuição próprio. O sucesso mudou a rota: dali em diante, todas as grandes feiras de SP entraram no calendário.

Estande da World Tools na Expomafe 2025, em São Paulo

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Julho de 2025

Dois estandes na mesma feira

Na maior Intermach da história, a World Tools faz o inédito: dois estandes na mesma edição, peças cenográficas gigantes paradas de corredor e oferta exclusiva de feira. Joinville nunca tinha visto a marca tão grande.

Placa de torno gigante no estande da World Tools na Intermach 2025

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3 de dezembro de 2025

A casa dobra: nasce a maior estrutura do setor no Sul

Depois de quase seis meses garimpando, visitando e negociando, em 3 de dezembro de 2025 a World Tools deu o maior passo de infraestrutura da sua história: a aquisição de um galpão de mais de 1.600 m² em Joinville. Não um aluguel — uma conquista patrimonial, a casa que abrigará a nossa maior operação.

Com a nova unidade, passam a ser dois endereços na cidade, somando mais de 2.350 m² — de longe a maior estrutura dedicada ao atendimento do setor metalmecânico do Sul do Brasil. A operação ganha enfim o desenho que o crescimento vinha pedindo: matriz e filial trabalhando em conjunto e um centro de distribuição à altura do e-commerce que atende o Brasil inteiro — a matriz como coração comercial e técnico, a nova unidade como máquina de estoque e expedição.

O que muda na prática? Mais espaço de estoque significa mais itens em pronta-entrega; separação e expedição dedicadas significam pedidos saindo mais rápido, com mais segurança e padrão; e sobra fôlego para crescer sem esbarrar na parede. A aposta de sempre — investir na frente da demanda — agora medida em metros quadrados. O próximo capítulo já tem onde acontecer.

Fachada da nova unidade de mais de 1.600 m² adquirida pela World Tools em Joinville em dezembro de 2025
Dezembro de 2025

O braço de tecnologia: a World Tools vira software

Aqui a história dá uma reviravolta que poucos no varejo industrial ousariam: em dezembro de 2025, CEO e CFO decidem consolidar a tecnologia própria num braço dedicado do Grupo World Tools. Aquele e-commerce feito do zero lá em 2012 não era um acaso — era o primeiro sintoma de uma empresa que sempre foi, no fundo, uma software house disfarçada de distribuidora de ferramentas.

A aposta é grande e deliciosamente audaciosa: omnichannel de ponta a ponta, com desenvolvimento de ponta a ponta. ERP, TMS, CRM e storefront — tudo interno, tudo próprio, tudo conversando na mesma língua. Nada de remendar cinco sistemas de cinco fornecedores que mal se cumprimentam: aqui o pedido nasce no site, corre pelo ERP, despacha pelo TMS e volta pro cliente pelo CRM sem trocar de DNA no caminho. O dado é um só, do clique à entrega.

É o tipo de integração que as gigantes do setor compram aos pedaços e amarram com fita adesiva — e que a World Tools resolveu construir inteira, sob medida. Uma evolução disruptiva que vai além do que o mercado consegue operar, porque não nasceu de um manual: nasceu de quem vende ferramenta todo dia e sabe, na pele, o que o cliente precisa. A loja que você está navegando agora é a ponta visível desse iceberg.

Ecossistema de tecnologia própria da World Tools: ERP, TMS, CRM e storefront integrados em torno da marca
Maio de 2026

“A Disneylândia da Usinagem”

Estreia na Feimec, na edição de 10 anos da maior feira industrial da América Latina: 50 m² no estande G019, vitrines de LED e o e-commerce rodando ao vivo num totem digital. Foi ali que o influencer Fernando, do CadCam Brasil, batizou a World Tools com o apelido que adotamos na hora.

Vista geral do estande G019 da World Tools na Feimec 2026, com marquise de LED, vitrines iluminadas e visitantes circulando

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Hoje

O próximo capítulo

Mais de uma década depois daquela sala de 45 m², a World Tools chega aqui carregando tudo o que construiu pelo caminho: marcas exclusivas garimpadas nos quatro cantos do mundo — a Dry Cut dos EUA, a Mawbra de Taiwan, a Daigo e a Raikon da China, a Průměr da República Tcheca e a Sansui no corte —, uma estrutura de mais de 2.350 m² entre matriz, filial e centro de distribuição, e um braço de tecnologia próprio que rege ERP, TMS, CRM e loja na mesma batida.

A nova plataforma worldtools.com.br é onde tudo isso se encontra: leva a experiência das feiras ao Brasil inteiro, o ano inteiro — catálogo completo, estoque real, atendimento de especialista e despacho do nosso próprio CD, agora a um clique. A aposta de 2011 (nascer organizada pela tecnologia) e a audácia de 2012 (o primeiro e-commerce do setor) seguem dando as cartas — só que numa escala que os garotos da rua Tuiuti nem sonhavam.

E o objetivo não é modesto: ser o melhor e-commerce de ferramentas industriais do Brasil — e provar que dá para fazer isso daqui, de Joinville, com tecnologia própria e gente que entende de chão de fábrica. Esta linha do tempo segue sendo escrita — e, por aqui, o melhor capítulo é sempre o próximo.

Quer os detalhes de cada parada? Toda a trajetória está contada, feira a feira e com os registros originais da época, na série Memória World Tools, no nosso blog.

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